Bendita folha

Eu demorei a voltar com o blog porque não sabia sobre o que escrever. Nenhuma ideia chegava na cabeça. Até que voltei e agora quero escrever sobre a folha que acabou de cair no quintal recém varrido.

 Escrever é um exercício.

Conhecimento

É difícil conviver com o conhecimento, e uma vez que se toma gosto por ele, se torna incapaz de colocar o gênio de volta na garrafa.

Nadando de volta pra casa

Dormir é para os fracos

O que se faz quando se chega em casa pós plantão 24 horas? Tomar banho, deitar e dormir. Certo? Errado. O banho é certo. O resto é lenda.

Hoje foi dia de receber os amigos em casa pra almoçar. Então nada de descanso. ‘Bora para o mercado comprar as coisas que faltam, colocar a bagunça no lugar, se certificar de que o banheiro está limpo e organizado e colocar água pra gelar. Sem esquecer os jogos de tabuleiro.

Cada minuto não dormido valeu à pena. Foi uma tarde super agradável de muita conversa, risadas e recordações. Muitos planos compartilhados. Uma delícia. 

Nada acontece

Dia de plantão. 24 horas de trabalho. Pausas para o café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e um chazinho pra acalmar o corpo e aquecer a alma. Entre tantas refeições, muitas risadas. Hora de aproveitar o direito ao desanso noturno.

Expectativa X Realidade

Levantei-me da cama com um pensamento fixo: cuidar da casa e ler mais 50 páginas de Fahrenheit 451.

Deitei-me no sofá e nada fiz além de tomar café e pensar na morte da bezerra.

Passaram-se muitas horas até que me atinei para a atividade que há muito esperava: organizar o dressing room/home office. Além disso, Juntei os livros que não queria mais, fotografei-os, postei no Facebook e vendi metade deles em menos de uma hora.

O som de moedinhas caindo no cofrinho.

Muitas sacolas de lixo para a Comlurb levar.

Depois foi banho, jantar e, finalmente, Fahrenheit 451.

Sobre o ano que eu passei lendo 1Q84

1Q84-fluxoconstanteblog

Nunca pensei que um dia eu terminaria um livro que não estivesse gostando de ler. Sou do tipo que acha a vida curta demais pra perder tempo com livros ruins. Mas é aí que mora a grande questão: 1Q84 (o livro 1), do japonês Haruki Murakami, não é ruim. Eu é que não me conectei com a história. Foi mais de um ano lendo só mais um pouquimho, vai que melhora. Nessa semana li os dois últimos capítulos que faltavam pra encerrar o livro. Meu histórico no Skoob diz que a última vez que o li foi em maio deste ano.

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Blog de Raiz: a gente sempre volta para o ponto de partida

Quem cria um blog  gosta de escrever. Ou pelo menos deveria, visto os blogs que temos por aí. Mas este não é o ponto desse post. O que eu quero dizer é: poder escrever sobre qualquer coisa, opinar sobre tudo, mostrar muito ou só um pouquinho de como anda a vida. É deixar ressoar em forma de palavras aquele grito interno, aquela vontade de falar, falar, falar… Ou apenas organizar o pensamento, já que eles fluem constantemente. Vão e vem como borboletas…

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