Muito prazer, sou sua fã.

mia couto autógrafo

Essa lista, definitivamente, foi a mais difícil de montar até agora. Simplesmente porque fiquei horas pensando em quem eu gostaria realmente de sentar pra tomar um café e ouvir suas histórias.

Vovôs e vovós: quando penso em alguém que gostaria de conhecer, de imediato vem na cabeça os meus avós. Não conheci nem um dos quatro. Na verdade, vi duas vezes a mãe de meu pai mas não tenho memórias, não tenho histórias com ela. Eu sempre morei no Rio de Janeiro e minha avó paterna, a única viva na ocasião do meu nascimento, morava na Paraíba.

Cláudia: Cláudia mora lá em Portugal e eu gostaria muito de conhecê-la pessoalmente um dia desses. A gente se conheceu através do booktube e estendemos a amizade pra todas as redes sociais. Quando tivermos a oportunidade de visitar o país de Cláudia, incluiremos no roteiro uma passadinha em Alenquer, cidade onde ela mora. Doida pra dar uns apertos no Gustavinho e na recém-chegada Francisca. 🙂

Freddie Mercury: não digo que gostaria de tomar um café com ele (o que seria muito bom se acontecesse), mas a vontade mesmo era de ir a um show dele, lá na primeira fila pra admirar bem de pertinho a grandiosidade que foi esse cantor.

Hugh Jackman: um querido desde que ele se meteu a interpretar o Wolverine no cinema. Aí veio O gigante de aço e morri de vez. Ele parece ser nada deslumbrado com o sucesso. E é também muito admirável o envolvimento dele e da esposa com causas sociais e de promoção da arte.

Mia Couto: meu autor africano favorito. Eu “estive” com ele em dezembro, quando veio fazer o tour de lançamento do seu mais novo romance Mulheres de cinza. Mia é tímido toda vida, fala baixinho mas é uma delícia ouvi-lo. Assim como lê-lo. Na ocasião consegui uma foto com ele e um autógrafo. Certamente uma pessoa pra ficar horas e horas conversando.

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Animação, galera, animação

valenteNa minha infância não assisti muitos filmes na TV por motivos de não tinha tv em casa. Depois de crescida é que eu comecei a acompanhar as animações mas, claro, sem o entusiasmo e inocência própios da infância. Mas nem por isso deixei de apreciar uns bons filmes infantis, a maioria produzidos na minha fase adulta mesmo. Ei-los.

O espanta tubarões (Dreamworks, 2004): esse filme eu assisti vezes sem fim. Minha sobrinha Daniella ficava lá em casa pra minha irmã trabalhar e todos os dias ela pedia pra ver o Oscar. Ela tinha 2 aninhos, uma coisa maravilhosa de tão linda. O filme é cheio de referências pop e do cinema. Além de divertidíssimo, a carga emocional que ele tem pra mim o faz ser o favorito entre os favoritos.

Up – altas aventuras (Disney Pixar, 2009): acho que esse é um filme muito querido por todos. Tem um roteiro bacaninha e personagens muito carismáticos. Soma-se a isso uma história de amor e cumplicidade muito tocantes.

Monstros SA (Disney Pixar, 2001): este filme está na lista simplesmente porque eu me lembro de ter dado muitas risadas com ele.

Valente (Disney Pixar, 2012): eu não sou muito fã da Disney, os filmes dela que apareceram nesta lista foi devido ao fato de que sua produtora, no caso a Pixar, foi adquirida pela Walt Disney Company. Mas Valente é um filme diferente, a Merida é determinada e não aceita muito bem aquela coisa de princesa mocinha, submissa e que tem que viver em função de se casar com o príncipe encantado. Ela queria competir, se aventurar e não apenas assistir e aplaudir um desconhecido qualquer. Girl power total.

Procurando Nemo (Disney Pixar, 2003): eu sou a Dory, gente. Praticamente. Ô memória danada pra falhar nas horas menos convenientes. Outro filme divertidíssimo que sempre me vem à mente quando me pergutam qual filme eu mais gostei de ver.

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Uns fatos aleatórios sobre mim…

mãos

Sempre carrego um livro ou o Kobo na bolsa. É ótimo quando surge uma brechinha no tempo, entre uma atividade externa ou outra e dá pra adiantar a leitura do livro da vez.

Comunico-me com as mãos, tem gente que não gosta, diz que dá nervoso. Eu até tento me controlar mas só piora. 😄

Falo sabão em pó líquido. Invariavelmente. É como se sabão em pó fosse uma categoria de produto e não a forma de apresentação dele. Uma loucura, sofro bulliyng por isso.

E sempre, sempre e sempre sirvo o feijão antes do arroz no meu prato.

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[Resenha] Mudança, Mo Yan 

 

Mais um livro concluído para o Desafio Literário Skoob 2016.

Originalmente eu havia escolhido O gigante enterrado como o livro para o mês de fevereiro, que tem como tema um livro de autor asiático. Mas acabei escolhendo outro pois o primeiro possui um lirismo tão singelo e encantador que não dá pra ler com prazo pra terminar.

Falemos de Mudanças…

Em 2009 Mo Yan foi convidado a escrever sobre as mudanças ocorridas na China nos últimos 30 anos. Sem saber como e o quê, começou a escrever sobre ele mesmo e num dado momento percebeu que era impossível desvencilhar-se daquele tema, que era tanto sobre ele quanto sobre seu país.

O livro de 128 páginas é uma colcha de retalhos, no bom sentido. As duas histórias se entrelaçam. Desde sua infância até a vida adulta, mudanças políticas e econômicas moldavam o destino da China e do autor, aproximando-o da carreira literária que ele tanto almejava.

Ler Mudanças é como se estivéssemos sentados numa cadeira de balanço, na varanda de casa, ouvindo o avô contar pequenos casos da sua longa vida, tudo que ele fez pra chegar até ali.

É um texto simples, singelo, sem grandes preocupações com estilística. Uma conversa casual entre amigos… Recomendo que leiam sem muitas expectativas, ideal para aqueles dias em que queremos ler algo leve, simples e satisfatório.

Post especial para o Desafio Literário Skoob 2016.

Para ler a sinopse visite a página do livro no Skoob.

Se eu fosse uma superheroína…

 

Eu voaria. Cheguei até a cogitar a possibilidade de me teletransportar mas voar me pareceu mais aventureiro, mais emocionante, mais vento batendo no cabelo…

Eu teria superforça, tal qual Jessica Jones e poderia andar sem medo pelas ruas…

Eu ficaria invisível, pra seguir de cabeça erguida mesmo em casos de  bad hair day ou quando o zíper da calça abre e só percebo depois que passei por uma multidão de conhecidos…

Eu seria capaz de controlar mentes, principalmente a minha que se desestabiliza diante de uma mesa de sobremesas farta…

Eu respiraria em baixo d’água e, enfim, aproveitaria o mar em sua totalidade, sem medo da correnteza me levar, sem precisar molhar só os pés na beirada da praia…

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E o Carnaval?

Quem acompanha o blog sabe que não sou do Carnaval. Fiz um post falando rapidamente sobre isso e rendeu até uma mini polêmica (e algumas reconsiderações). O país inteiro para em virtude dessa festa e, infelizmente, alguns serviços que não podem parar por motivo algum (que é o meu caso) sofrem. A vida de plantonista segue à diante, independente do feriado em questão. Um dos blocos mais frequentados daqui se concentra na esquina do meu trabalho. Pense num transtorno! Mas enfim. Não foi pra fazer a diferentona que odeia carnaval que este post existe.

Meus irmãos estão planejando uma praia ou piscina e churrasco aqui em casa. Onde minha irmã vai enfiar piscina aqui eu não sei. Mas sendo ela quem é, há de conseguir.

Para o caso de não rolar a programação acima, separei um lista de livros que quero começar/ avançar/ terminar durante esses dias de festa da carne (só pela polêmica).

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Os livros que quero começar:

Os livros que quero avançar e/ou terminar:

Pretendo ler também as HQ’s que estão paradas à seculos na estante e colocar em dia Downtown Abbey e Vikings. Pode ser que eu resolva colocar a cara na rua e ir ao cinema continuar a maratona do Oscar.

Acompanhem-me no Snapchat para saber a quantas andam meu feriado. É PinkPaulaS.

E aí do outro lado da tela? Quais são os planos para esse Carnaval?

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Minha wishlist [permanente] de luxo

Permanente por que… né?

Pra dar uma variada nas listas e agregar muuuuuuuito valor a este blog, resolvi listar os top 5 itens de luxo que sonho em adquirir. Pode parecer superficial, supérfluo, desnecessário. Mas é isso aí. Sempre que eu vejo, eu desejo. Lidem com isso.

Sapatilha bicolor da Chanel. Essa sapatilha é um clássico, sempre vejo nos pés das blogueiras mais in do pedaço. Parecem confortáveis e combinam com tudo. Eu calço 38 (vai que…). R$2.800,00

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Bolsa speedy da Louis Vuitton. Apesar de não gostar muito de produtos com logomarca estampada, eu não resisto a esse modelo LV. Eu até comprei uma inspired na minha viagem à Buenos Aires, andava com ela pra todo canto, mas como todo bom produto inspirado, ela morreu loguinho. R$4.150,00

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Óculos de sol Miu Miu, modelo Noir. Apenas porquê os modelos dessa marca são lindos, muito frescos e combinam com a minha peruice contida. R$2.349,00

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Saia ou vestido de renda branca, Martha Medeiros. Desde que vi Beyonce usando uma saia da estilista brasileira, eu fiquei enlouquecida e desejei uma. É a cara do Brasil, do Nordeste, do calor. É o item menos acessível da lista. R$19.900,00 (!)

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E por último, mas não menos importante (não mesmo), um peeptoe nude da Loubotin. Porque sim, apenas. R$3.800,00

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Todos os valores são aproximados, baseados no dólar à R$4,05. Cotação do dia 7/01/16.

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