O de sempre, por favor.

sorvete de flocos

A semana 10 do desafio 52 semanas é sobre comidas favoritas.

Não são todas comidas, o que alimenta mesmo, o que dá sustança. São também aquelas besteirinhas que trazem mais cor e bom humor ao dia. Que coisa maravilhosa é comer. Minhas fotos não me deixam mentir.

Bolo de fubá de mamãe. Tem melhor que esse não. Fim de semana passado eu e minhas sobrinhas nos reunimos na casa de mãe só por conta desse bolo. Com café ele vira um perigo pra qualquer dieta.

Sorvete de flocos que tia Denga vendia. Denga é o apelido da mãe de uma amiga. Ela tem uma barraca em casa na qual vende doces, bebidas etc… E o melhor sorvete de flocos do mundo só achava lá. Por quê? Jamais saberemos.

Estrogonofe do Michel. Meu marido prepara o mais saboroso estrogronofe que já comi. Sirvo-me um prato capaz de alimentar 10 pedreiros de tanto que o trem fica saboroso.

Arroz com lentilha e linguiça. Jaqueline trabalha comigo. Ela complementa a renda fazendo uma das coisas que mais gosta: cozinhar. E do cardápio que ela oferece é esse o que mais compro.

Feijão tropeiro. Eu tenho sangue mineiro, já mencionei? Mamãe é do estado mais delicia desse país. Me diga como não amar essa iguaria? Minha tia faz um pra ninguém colocar defeito. E na falta da tia Lucia, um restaurante de comida mineira perto de casa dá conta do recado.

Agora me diz como emagrecer estando rodeada dessa gente talentosa na cozinha?

Este post faz parte do Desafio 52 semanas, semana 10. Clique aqui para ler os outros posts publicados para o projeto.

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Minhas tradições natalinas #2: Rabanadas

rabanadas

É sério, gente. Rabanadas.

Como falar de Natal e não falar de comida? Impossível. É praticamente um evento gastronômico. E mais associado ao Natal do que rabanadas é impossível, pois somente nessa época do ano que encontramos essa delícia disponível. Apesar de ser muito fácil fazer. Bem, eu acho, eu mesma nunca fiz.

Se por acaso eu tivesse de agradecer aos colonizadores portugueses por algo, certamente seria por introduzirem no Brasil o doce de pão de trigo molhado no leite, passado por ovos e depois frito e polvilhado com açúcar e canela.

Em outros países como o México e Espanha, as rabanadas estão associadas à quaresma, talvez se devendo à necessidade de aproveitar o pão produzido e pouco consumido nesse período.

Fonte: Wikipedia

Difícil saber em que momento da histórias as rabanadas foram consideradas como prato típico de natal, bem como sua verdadeira origem. Mas o que importa de fato é que ela existe e eu não vejo a hora de comê-las.

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Foto: Gazeta do Povo

Pra quem ainda não conhece a receita, segue abaixo o modus operandi da senhora minha mãe. Sem medidas exatas porque minha mãe é dessas que usam um punhado como unidade de medida.

  • Pão dormido
  • Ovos
  • Leite
  • Açúcar
  • Canela
  • Oléo

Modo de fazer (nas palavras da minha mãe ao telefone)

Cortar o pão não muito fino nem muito grosso

Molhar o pão no leite misturado com açúcar

Passar o pão molhado nos ovos batidos

Fritar

Escorrer o óleo do pão frito e polvilhar canela.

♥ Dica minha: deixar gelar de um dia para outro. Fica maraaaaaaaaa.

Me contem nos comentários se vocês gostam de rabanadas, como vocês preparam. Se tem alguma versão atual da iguaria que são adeptos. Ou mesmo outros pratos típicos de natal que vocês mais curtem.

Até breve.

Inauguração do Ogrostronomia, o Bar.

Um grupo de amigos amantes de cerveja, rock ‘n’ roll e, claro, boa comida se juntou e foi para o Youtube. Começaram reproduzindo receitas saborosas e dicas para um bom churrasco. Depois passaram a organizar almoços e jantares temáticos em restaurantes de amigos no Rio de Janeiro. Agora eles possuem o próprio espaço. Ontem, ao meio dia inaugurou-se o Ogrostronomia Bar.ogrostronomia

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