A gente sempre volta ao ponto de partida

 

Oito de janeiro de 2017. Essa é a data da última postagem neste blog. Por algum motivo que desconheço, a gente perde o interesse em fazer o que a gente gosta e larga de mão o que nos dá prazer.

Por vezes pensei em voltar a publicar aqui, mas dispensei a ideia já que temos as redes sociais aí pra compartilharmos o que tem de bacana no mundo.

Mas, e se as redes sociais acabarem? Onde meu público me encontrará? (suponhamos que eu seja uma super produtora de conteúdo digital e as pessoas queiram muito saber o que faço e o que penso)

Foi esse questionamento feito pela queridíssima Nary Leandro que me fez trazer de volta o Fluxo Constante, meu queridinho de tantos anos. Eu tenho tanto pra falar, tantas opiniões não solicitadas para dar… Tantas resenhas de livros e filmes não feitas por não achar que as redes sociais são os locais mais apropriados.

O que importa é que a poeira deste cantinho está com o dias contados.

E, enquanto as redes sociais não desaparecem, me sigam no Instagram (agora tenho dois) e no Twitter:

@isapaulas – instagram pessoal

@isa_planner – instagram sobre bullet journal e papelaria

@pinkpaulas – twitter

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Tenhamos uma boa vida

Não, não é fácil escrever. É duro como quebrar rochas. Mas voam faíscas e lascas como aços espelhados.

Clarice Lispector, a autora mais citada as redes sociais.

É muita cara de pau minha aparecer aqui assim, do nada, depois de meses sem escrever uma linha. Mas é como Clarice disse ali em cima, escrever não é fácil, ainda mais quando deixamos de praticar e o hábito se perde.

Não houve grandes acontecimentos na minha vida enquanto estive fora, mas dois se destacam: voltei para o curso de inglês e FINALMENTE comecei a faculdade do coração.

Elegi organização como a palavra-chave de 2017. Com ela serei capaz de alcançar meus objetivos, pois fará com que sobre tempo e dinheiro para tirar os planos do papel.

Que este ano seja próspero, nossa saúde melhore e o intelecto se desenvolva.

Tenhamos uma boa vida.

 

 

Não aguento mais essa música

earworm

Desde que estudei Parasitologia na faculdade, eu tenho paranóia com insetos sobrevoando a região dos meus ouvidos. Morro de medo de um deles pousar dentro do meu pavilhão auditivo, depositar ovinhos e um monte vermezinhos asquerosos crescer lá dentro. Vira e mexe eu sismo que alguma mosca pousou lá e fico louca querendo uma consulta de emergência com um médico otorrinolaringologista. Michel (o boy) não tem sossego pois só falo sobre isso durante dias e dias, tipo a Lolly de Orange is the new black.

Existe outro tipo de infestação mais recorrente, menos perigosa, mas igualmente incômoda: quando uma música não sai da sua cabeça.

Gente, o que é isso? Como assim não conseguimos parar de cantarolar, pensar, enfim, viver uma única música? Mesmo ouvindo uma playlist inteira a gente não consegue esquecer a ingrata.

Esse troço atrapalha todos os segmentos da vida. Você pode estar lendo, assistindo TV, trabalhando, tentando dormir ou, pior, conversando sério com alguém e só consegue pensar na bendita ou maldita musiquinha.

Às vezes estamos de boa, concentrados numa tarefa importante e do nada, uma coisinha vira gatilho pronto. Tudo acabado.

Sempre que acontece comigo se trata de um gênero musical que não aprecio muito. Ainda bem que tem prazo de validade.

Meu caso mais recente é a tal da música Bumbum granada. Eu assisti a uma paródia dela no Youtube, fui checar a original e agora, onde quer que eu esteja o tal do taca taca taca taca taca taca taca taca fica martelando na minha cabeça. Nesse caso temos um agravante, estou viciadinha também em vídeos do povo dançando essa música, tipo lambaeróbica (alerta de idade).

Tá, mas o que tem a ver a Parasitologia ali no primeiro parágrafo com música chiclete? Acontece que esse fenômeno musical é conhecido mundialmente como earworm, em português, verme de ouvido.

O mais interessante desse fenômeno é que quando passa, a gente nem lembra mais da existência de tal canção. Eu não faço ideia de qual foi a última que grudou nos meus ouvidos.

Aliás, me ocorreu agora a ideia de criar uma playlist chamada vermes de ouvido. Somente pra manter o registro dessas bizarrices.

Nesse site aqui tem umas dicas pra se livrar desses vermezinhos, que às vezes a gente até curte, sejamos sinceros…

Adivinhem qual música ouvia enquanto criava esse post?

Uma blogueira atrasada: projeto #mulheresdemarço

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A blogueira fail aqui esqueceu de avisar do projeto #mulheresdemarço que adotei nas minhas redes sociais para ler e divulgar apenas livros escritos por mulheres durante o mês de março. Inspirado no Leia Mulheres e no Dia Internacional da Mulher comemorado no dia 8.

Acontece que me empolguei e estendi o #mulheresdemarço ao universo dos filmes e da música, que de projeto especial virou desafio, haja vista meu perfil no Spotify que quase não tem artistas mulheres, menos ainda contemporâneas e o único filme que assisti e tenho consciência de que foi dirigido por uma mulher é o Bicho de sete  cabeças.

A Cláudia do blog A mulher que ama livros está tocando o #vejamaismulheres e é lógico que pegarei indicações de filmes com ela.

Se vocês tiverem alguma dica, só deixar nos comentários. Serão muito bem-vindas.

Mesmo atrasada na divulgação do projeto, ainda dá tempo de você aderir e acompanhar, caso deseje. 🙂

Para me acompanhar nas redes sociais é só clicar:

Twitter: @PinkPaulaS |Instagram: @isapaulas |Snapchat: PinkPaulaS

O de sempre, por favor.

sorvete de flocos

A semana 10 do desafio 52 semanas é sobre comidas favoritas.

Não são todas comidas, o que alimenta mesmo, o que dá sustança. São também aquelas besteirinhas que trazem mais cor e bom humor ao dia. Que coisa maravilhosa é comer. Minhas fotos não me deixam mentir.

Bolo de fubá de mamãe. Tem melhor que esse não. Fim de semana passado eu e minhas sobrinhas nos reunimos na casa de mãe só por conta desse bolo. Com café ele vira um perigo pra qualquer dieta.

Sorvete de flocos que tia Denga vendia. Denga é o apelido da mãe de uma amiga. Ela tem uma barraca em casa na qual vende doces, bebidas etc… E o melhor sorvete de flocos do mundo só achava lá. Por quê? Jamais saberemos.

Estrogonofe do Michel. Meu marido prepara o mais saboroso estrogronofe que já comi. Sirvo-me um prato capaz de alimentar 10 pedreiros de tanto que o trem fica saboroso.

Arroz com lentilha e linguiça. Jaqueline trabalha comigo. Ela complementa a renda fazendo uma das coisas que mais gosta: cozinhar. E do cardápio que ela oferece é esse o que mais compro.

Feijão tropeiro. Eu tenho sangue mineiro, já mencionei? Mamãe é do estado mais delicia desse país. Me diga como não amar essa iguaria? Minha tia faz um pra ninguém colocar defeito. E na falta da tia Lucia, um restaurante de comida mineira perto de casa dá conta do recado.

Agora me diz como emagrecer estando rodeada dessa gente talentosa na cozinha?

Este post faz parte do Desafio 52 semanas, semana 10. Clique aqui para ler os outros posts publicados para o projeto.

Se eu fosse uma superheroína…

 

Eu voaria. Cheguei até a cogitar a possibilidade de me teletransportar mas voar me pareceu mais aventureiro, mais emocionante, mais vento batendo no cabelo…

Eu teria superforça, tal qual Jessica Jones e poderia andar sem medo pelas ruas…

Eu ficaria invisível, pra seguir de cabeça erguida mesmo em casos de  bad hair day ou quando o zíper da calça abre e só percebo depois que passei por uma multidão de conhecidos…

Eu seria capaz de controlar mentes, principalmente a minha que se desestabiliza diante de uma mesa de sobremesas farta…

Eu respiraria em baixo d’água e, enfim, aproveitaria o mar em sua totalidade, sem medo da correnteza me levar, sem precisar molhar só os pés na beirada da praia…

Este post faz parte do Desafio 52 semanas, semana 6. Clique aqui para ler os outros posts publicados para o projeto.

Minha wishlist [permanente] de luxo

Permanente por que… né?

Pra dar uma variada nas listas e agregar muuuuuuuito valor a este blog, resolvi listar os top 5 itens de luxo que sonho em adquirir. Pode parecer superficial, supérfluo, desnecessário. Mas é isso aí. Sempre que eu vejo, eu desejo. Lidem com isso.

Sapatilha bicolor da Chanel. Essa sapatilha é um clássico, sempre vejo nos pés das blogueiras mais in do pedaço. Parecem confortáveis e combinam com tudo. Eu calço 38 (vai que…). R$2.800,00

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Bolsa speedy da Louis Vuitton. Apesar de não gostar muito de produtos com logomarca estampada, eu não resisto a esse modelo LV. Eu até comprei uma inspired na minha viagem à Buenos Aires, andava com ela pra todo canto, mas como todo bom produto inspirado, ela morreu loguinho. R$4.150,00

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Óculos de sol Miu Miu, modelo Noir. Apenas porquê os modelos dessa marca são lindos, muito frescos e combinam com a minha peruice contida. R$2.349,00

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Saia ou vestido de renda branca, Martha Medeiros. Desde que vi Beyonce usando uma saia da estilista brasileira, eu fiquei enlouquecida e desejei uma. É a cara do Brasil, do Nordeste, do calor. É o item menos acessível da lista. R$19.900,00 (!)

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E por último, mas não menos importante (não mesmo), um peeptoe nude da Loubotin. Porque sim, apenas. R$3.800,00

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Todos os valores são aproximados, baseados no dólar à R$4,05. Cotação do dia 7/01/16.

Este post faz parte do Desafio 52 semanas. Clique aqui para ler os outros posts publicados para o projeto.