E o Carnaval?

Quem acompanha o blog sabe que não sou do Carnaval. Fiz um post falando rapidamente sobre isso e rendeu até uma mini polêmica (e algumas reconsiderações). O país inteiro para em virtude dessa festa e, infelizmente, alguns serviços que não podem parar por motivo algum (que é o meu caso) sofrem. A vida de plantonista segue à diante, independente do feriado em questão. Um dos blocos mais frequentados daqui se concentra na esquina do meu trabalho. Pense num transtorno! Mas enfim. Não foi pra fazer a diferentona que odeia carnaval que este post existe.

Meus irmãos estão planejando uma praia ou piscina e churrasco aqui em casa. Onde minha irmã vai enfiar piscina aqui eu não sei. Mas sendo ela quem é, há de conseguir.

Para o caso de não rolar a programação acima, separei um lista de livros que quero começar/ avançar/ terminar durante esses dias de festa da carne (só pela polêmica).

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Os livros que quero começar:

Os livros que quero avançar e/ou terminar:

Pretendo ler também as HQ’s que estão paradas à seculos na estante e colocar em dia Downtown Abbey e Vikings. Pode ser que eu resolva colocar a cara na rua e ir ao cinema continuar a maratona do Oscar.

Acompanhem-me no Snapchat para saber a quantas andam meu feriado. É PinkPaulaS.

E aí do outro lado da tela? Quais são os planos para esse Carnaval?

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Coisas que nunca fiz e nem pretendo fazer

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Antes de mais nada, não se sinta ofendido caso você goste, já tenha feito ou pretenda fazer algo descrito abaixo. Cada um com seus problemas. Apenas listei o que não quero pra minha vida.

Sabe como é internet, né? Prossigamos.

Ficar embriagada. Tem coisa mais ridícula que isso? Difícil achar. E olha que tem gente que acha bacana e divertido se entupir de álcool até cair. Acho repulsivo. Experimentei cerveja e vinho uma vez pra nunca mais. Achei bem ruim. Portanto, nada de embriaguez por aqui.

Experimentar algum tipo de droga ilícita: esse é o tipo de coisa que a gente não precisa experimentar pra saber que é ruim, não é mesmo? Eu tenho pavor do estrago que o vício traz pra dentro das famílias. Tanto vício das drogas quanto do álcool. Sem mencionar o fator saúde/integridade física. Como diziam os dedinhos da Eliana, se usar drogas é bom por que você não pode contar pro seu pai e nem pra sua mãe?

Pular carnaval: aqui tem um pouquinho de história. Nasci e fui criada em família evangélica. Meus pais não deixavam de maneira alguma eu sair para ver o bloco de carnaval com meus irmãos. Fantasiar-me? Nem em pensamento. No máximo, olhar os bate-bolas, ou clóvis, como chamamos aqui no Rio. Daí eu cresci, me emancipei, mudei de casa e não consigo de jeito nenhum sair de casa pra qualquer tipo de atividade carnavalesca. Podem falar o que quiser, podem me chamar de careta, podem chamar meus pais de opressores… O fato é que não irei e pronto.

Saltar de paraquedas. Um alívio cômico pra essa lista que estava bem pesada. Parece muito divertido, uma aventura e tanto, mas não, obrigada.

Acampar. A menos que tenha energia elétrica, agua encanada, sanitários…

Este post faz parte do Desafio 52 semanas. Clique aqui para ler os outros posts publicados para o projeto.

Imagem: Pexels