Fluxo de Consciência

página em branco

Algumas horas sentada em frente ao computador, com o cursor do mouse piscando na tela em branco. Preciso escrever e nada me ocorre. Um leve desespero começa dar as caras pois faltam alguns minutos para o novo dia e é dia de postar texto novo no blog. Mas Isabele, por que se obrigar a escrever se não tem inspiração, se não sabe sobre o que escrever? Blogar tem que ser divertido, com leveza, sem pressão… Porque escrever é um exercício, minha gente. Assim como correr, nadar, ler, cozinhar… Continuar lendo

Breve história sobre minha rotina de leitura

Em um ano muitas coisas mudaram na minha vida e uma delas, foi minha experiência com os livros. Não exatamente com os livros, mas com a leitura em si.

Eu lia, em média, 80 páginas por dia. Essa leitura ocorria em dois momentos diferentes do meu dia. Durante a viagem de ônibus ao trabalho e durante a viagem de volta para casa.

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Dormir é para os fracos

O que se faz quando se chega em casa pós plantão 24 horas? Tomar banho, deitar e dormir. Certo? Errado. O banho é certo. O resto é lenda.

Hoje foi dia de receber os amigos em casa pra almoçar. Então nada de descanso. ‘Bora para o mercado comprar as coisas que faltam, colocar a bagunça no lugar, se certificar de que o banheiro está limpo e organizado e colocar água pra gelar. Sem esquecer os jogos de tabuleiro.

Cada minuto não dormido valeu à pena. Foi uma tarde super agradável de muita conversa, risadas e recordações. Muitos planos compartilhados. Uma delícia. 

Nada acontece

Dia de plantão. 24 horas de trabalho. Pausas para o café da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e um chazinho pra acalmar o corpo e aquecer a alma. Entre tantas refeições, muitas risadas. Hora de aproveitar o direito ao desanso noturno.

Expectativa X Realidade

Levantei-me da cama com um pensamento fixo: cuidar da casa e ler mais 50 páginas de Fahrenheit 451.

Deitei-me no sofá e nada fiz além de tomar café e pensar na morte da bezerra.

Passaram-se muitas horas até que me atinei para a atividade que há muito esperava: organizar o dressing room/home office. Além disso, Juntei os livros que não queria mais, fotografei-os, postei no Facebook e vendi metade deles em menos de uma hora.

O som de moedinhas caindo no cofrinho.

Muitas sacolas de lixo para a Comlurb levar.

Depois foi banho, jantar e, finalmente, Fahrenheit 451.