Não se aproxime!

Poucas coisas me deixam de mau humor, assim, mau humor de verdade, daqueles que produzem o olhar no melhor estilo supernatural de ser.

Em primeiríssimo lugar, a fome. Acredito que não haja ser nesse mundo que fique mais mau humorado e rabugento do que eu quando estou com fome. Nem eu me aguento. Viro bicho.

Ter que fazer o trabalho dos outros também me tira do sério. E olha que sou extremamente calma e controlada no serviço. Mas sabe aquela pessoa que não faz o dela, te empurra tarefas e e pra piorar ainda te atrapalha? Uh!

Há também os fatores físicos. Dor é um negócio difícil de lidar e, dependendo de sua etiologia, intensidade e localização, ela produz reações diferentes. Mas em todos os casos eu simplesmente não falo. Não gosto que cheguem perto de mim, que conversem, que respirem perto. E justamente nessas horas que todo mundo resolve puxar assunto, se aproximar… Por quêeeeeeeeee?

Esses três fatores desencadeantes do mau humor elevam ao máximo o meu nível de insuportabilidade. Aquela maniazinha que a outra pessoa tem e que não te incomoda, vira um defeito impossível de ser tolerado.

Em todos os casos, a solução se apresenta de maneira rápida de fácil. Comer, tomar um analgésico ou dar uns berros com o coleguinha se mostram bastante eficazes no combate ao meu mau humor.

Este post faz parte do Desafio 52 semanas, semana 20. Clique aqui para ler os outros posts publicados para o projeto.

Ps: ficar sem meus óculos também me deixa bastante irritada. Não é nada agradável não enxergar as pessoas, placas, letreiros, o mundo…

Ps²: ficar sem dinheiro. Nem precisa explicar, né? Ainda mais com o atual cenário político e econômico do nosso país.

E você, amiguinho, o que te deixa com nível hard de mau humor?

Cinco séries do coração

Oi, desafio 52 semanas. Tudo bem? Faz tempo que a gente não se fala, né?

Pois é. Há dois posts atrás contei porque o blog ficou desatualizado por quase um mês. Fiquei chateada por ter falhado no desafio, pensei em abandoná-lo mas chega dessa palhaçada de largar as coisas pela metade.

Prossigamos então com o tema para esta semana, a 19ª do desafio: minhas séries favoritas.

Alerta de textão

Quem me conhece um tiquinho sabe que em primeiríssimo lugar está DOCTOR WHO.

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Eu embarquei nesse mundo de séries por volta de 2011, depois de conhecer meu marido. Ele me mandava mensagens do tipo “amor, olha essa série que legal”. Eu baixava e assistia. Foi assim que conheci essa série de mais de 50 anos de existência. O primeiro episódio, claro, foi tipo WHAT A HELL IS GOING ON? Mas depois fiquei MARAVILHOSO ISSO, QUERO MAIS. Os episódios favoritos são muitos, qualquer dia desses falo sobre eles aqui. Infelizmente a Netflix ferrou os esquemas e tirou Doctor Who da grade.

Depois vem GAME OF THRONES. Naturalmente, gosto mais dos livros do que da série de TV. As vezes eu olho pra eles na estante e nem acredito que li aquilo tudo. Apesar de achar a série muito bem feita e adaptada, sempre acho que poderia ser diferente uma coisa ou outra. Principalmente quando não caracterizam as personagens de acordo com o que eu idealizei na minha cabeça.

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Uma série que comecei a assistir após o advento da Netlfix foi SUPERNATURAL. Passei as primeiras semanas dormindo de luz acesa, mas tudo bem. Sobrevivi. Não sei por que a série tem 11 temporadas, a história dos irmãos Winchester deveria ter se encerrado lá na 6ª temporada, mas Jared Padalecki e Jensen Ackles nunca são demais na minha telinha. Sem falar que esse estilo low fantasy, o sobrenatural misturado com o mundo real, me atrai bastante.

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DOWNTON ABBEY é outra série que conheci pós Netflix e me apaixonei de um jeito que nem percebi. Quando me dei conta já tinha assistido as 5 temporadas disponíveis on line. A representação magnífica de uma época me deixou hipnotizada. Ver a vida acontecendo enquanto a História se escrevia, embora seja uma vida fictícia, é, no mínimo, fascinante.

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E pra encerrar esse post enorme, TORCHWOOD, um spin off de Doctor Who, com um orçamento baixo, um elenco razoável, mas tem Jack Harkness de protagonista e Russel T. Davies de showrunner da série. E, não, não superei a saída do RTD para a entrada do Moffat em Doctor Who.

E vocês? Quais são suas séries favoritas? Já assistiu alguma das citadas aqui?

Até breve.

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Meus sites mais acessados

O tema de hoje do desafio não me empolgou tanto. Eu não tenho um site preferido. Tenho alguns que acesso com mais frequência e que estão arrolados na página Blogs que sigo.

Em todo caso, os sites que mais acompanho mesmo são das redes sociais, principalmente o Twitter. Passo bastante tempo nele.

O Facebook também costumo acessar com frequência mas bem menos do que há uns meses atrás. Quase não posto nada lá. O uso maior é para divulgação do blog.

Instagram e Pinterest são os queridinhos. Apesar da mudança de algoritmo no Insta, ainda gosto de rolar o feed e encontrar as fotos bacanas que o pessoal compartilha. E o Pinterest tem sido minha fonte de inspiração diária.

Fora as páginas das redes sociais, eu acesso também o site da Amazon e Submarino caçando tranqueirinhas.

Para acompanhar meus perfis sociais, é só clicar: Twitter | Facebook | Instagram

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Vergonhas nossas de cada dia

vergonha

Que atire a primeira pedra quem nunca passou um vexame daqueles que fazem a gente desejar que um buraco de minhoca se abra sob nossos pés e nos engula.

Sobre esses momentos que conversaremos hoje.

Poucas coisas me deixam tão constrangida quanto usar o banheiro e logo depois de mim alguém entrar. É esquisito demais. Parece que a pessoa vai procurar rastros meus pelo recinto ao invés de usá-lo propriamente. Se é que me entendem…

Outra situação que me deixa com cara de cachorro usando o cone da vergonha é ouvir fofocas e boatos sobre alguém que eu conheço. Sabe quando você é a terceira pessoa num lugar e as duas primeiras conversam entre si falando mal de um conhecido seu? Então, eu fico sem-graça ao extremo nessas ocasiões.

Também fico pra morrer de vergonha (mais raiva do que vergonha) quando algum acompanhante meu destrata outra pessoa na minha frente. Sabe aquele ser que pra se mostrar faz grosseria com o garçom, com o atendente da loja, com um vendedor? Dependendo de quem seja eu repreendo na hora. Antes eu tolerava, agora não mais. E a possibilidade da amizade acabar ali é bem grande.

Quer ver outra coisa que racha minha cara? É sair com roupa pelo avesso. Sou mestra em sair assim e só perceber depois de já estar de volta em casa. Aí fica aquela vergonha tardia, sabem como é?

E por último, mas não menos constrangedor, aquele momento em que o cartão de crédito NÃO PASSA!!!!

Plus: a foto que ilustra este post.

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Coisas maravilhosas pra fazer no frio

Acabou Verão, acabou calor (assim eu espero). Minha estação favorita da vida inteiera começou e já consigo sair de casa maquiadíssima sem medo de derreter 15 minutos depois. O Outono é a época mais linda do ano. Pelo menos no meu mundo. Uma pena que nosso país tropical não permita que as estações do ano sejam bem marcadas como nos países do hemisfério norte.

Mas nem por isso deixaremos de apreciar as coisas maravilhosas que podemos fazer em dias de tempo frio.

Quando as temperaturas começarem a cair, aproveite para testar aquela receita de sopa maravilhosa, salva há milênios no Pinterest.

Reserve um fim de semana na sua cidade de interior favorita e desacelere num chalezinho, de frente para lareira e olhando o fogo arder. Em boa companhia, é claro.

Em caso de contenção de despesas, relaxe com o  Netflix mais chocolate quente no sofá, aquecido por uma boa cobertinha e meias fofinhas.

E por último mas não menos importante, aproveite pra fazer tudo o que você já faz rotineiramente sem suar em bicas. Usar aquelas roupas maravilhosas, uma maquiagem incrível e um bom perfume que não será mascarado pelo cheirinho de suor.

Extra: dar graças por não ter mais gente catingando nos ônibus e metrôs da vida.

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Brincadeira de criança, como é bom…

papelaria

Eu tive que recorrer a sessões de hipnose (a.k.a. perguntar pra minha mãe) pra responder ao desafio de hoje e listar as minhas brincadeiras ou brinquedos preferidos da infância.

Quando eu penso na minha infância, eu lembro de papel e caneta (lápis não servia de jeito nenhum). Acho que o vício em papelaria começou ali.

Já naquela época os eletrônicos exerciam um fascínio sobre mim. Nos anos 90 era comum a gente ter aqueles mini-games, em tela preto e branco, que a gente perdia horas jogando Tetris, o jogo da cobrinha e o do carrinho. Apollo, hey!

Eu lembro de ter ganhado um tecladinho de presente de natal, dado pela empresa onde meu pai trabalhava. Mas o bichinho não durou muito tempo pois ele chegou até mim no mesmo período em que bateu aquela curiosidade de saber como as coisas funcionavam. Em pouco tempo ele estava todo desmontado e sem emitir um som se quer.

Mas eu também brincava de bonecas. Não era minha brincadeira preferida, mas ok. Estavam lá e me faziam companhia na hora de brincar de cabaninha. Eu destruía as bonecas, gente. Arrancava os braços, perdia os sapatos, cortava o cabelo, riscava com caneta…

E já no fim da infância e adentrando a pré-adolescência eu gostava mesmo era de andar de bicicleta ou patins com minhas sobrinhas e alguns coleguinhas da rua. Aliás, a nossa atividade favorita era brigar, né Fernanda e Renata? 😀

Eita, desafio pra me deixar nostálgica…

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O de sempre, por favor.

sorvete de flocos

A semana 10 do desafio 52 semanas é sobre comidas favoritas.

Não são todas comidas, o que alimenta mesmo, o que dá sustança. São também aquelas besteirinhas que trazem mais cor e bom humor ao dia. Que coisa maravilhosa é comer. Minhas fotos não me deixam mentir.

Bolo de fubá de mamãe. Tem melhor que esse não. Fim de semana passado eu e minhas sobrinhas nos reunimos na casa de mãe só por conta desse bolo. Com café ele vira um perigo pra qualquer dieta.

Sorvete de flocos que tia Denga vendia. Denga é o apelido da mãe de uma amiga. Ela tem uma barraca em casa na qual vende doces, bebidas etc… E o melhor sorvete de flocos do mundo só achava lá. Por quê? Jamais saberemos.

Estrogonofe do Michel. Meu marido prepara o mais saboroso estrogronofe que já comi. Sirvo-me um prato capaz de alimentar 10 pedreiros de tanto que o trem fica saboroso.

Arroz com lentilha e linguiça. Jaqueline trabalha comigo. Ela complementa a renda fazendo uma das coisas que mais gosta: cozinhar. E do cardápio que ela oferece é esse o que mais compro.

Feijão tropeiro. Eu tenho sangue mineiro, já mencionei? Mamãe é do estado mais delicia desse país. Me diga como não amar essa iguaria? Minha tia faz um pra ninguém colocar defeito. E na falta da tia Lucia, um restaurante de comida mineira perto de casa dá conta do recado.

Agora me diz como emagrecer estando rodeada dessa gente talentosa na cozinha?

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Muito prazer, sou sua fã.

mia couto autógrafo

Essa lista, definitivamente, foi a mais difícil de montar até agora. Simplesmente porque fiquei horas pensando em quem eu gostaria realmente de sentar pra tomar um café e ouvir suas histórias.

Vovôs e vovós: quando penso em alguém que gostaria de conhecer, de imediato vem na cabeça os meus avós. Não conheci nem um dos quatro. Na verdade, vi duas vezes a mãe de meu pai mas não tenho memórias, não tenho histórias com ela. Eu sempre morei no Rio de Janeiro e minha avó paterna, a única viva na ocasião do meu nascimento, morava na Paraíba.

Cláudia: Cláudia mora lá em Portugal e eu gostaria muito de conhecê-la pessoalmente um dia desses. A gente se conheceu através do booktube e estendemos a amizade pra todas as redes sociais. Quando tivermos a oportunidade de visitar o país de Cláudia, incluiremos no roteiro uma passadinha em Alenquer, cidade onde ela mora. Doida pra dar uns apertos no Gustavinho e na recém-chegada Francisca. 🙂

Freddie Mercury: não digo que gostaria de tomar um café com ele (o que seria muito bom se acontecesse), mas a vontade mesmo era de ir a um show dele, lá na primeira fila pra admirar bem de pertinho a grandiosidade que foi esse cantor.

Hugh Jackman: um querido desde que ele se meteu a interpretar o Wolverine no cinema. Aí veio O gigante de aço e morri de vez. Ele parece ser nada deslumbrado com o sucesso. E é também muito admirável o envolvimento dele e da esposa com causas sociais e de promoção da arte.

Mia Couto: meu autor africano favorito. Eu “estive” com ele em dezembro, quando veio fazer o tour de lançamento do seu mais novo romance Mulheres de cinza. Mia é tímido toda vida, fala baixinho mas é uma delícia ouvi-lo. Assim como lê-lo. Na ocasião consegui uma foto com ele e um autógrafo. Certamente uma pessoa pra ficar horas e horas conversando.

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Animação, galera, animação

valenteNa minha infância não assisti muitos filmes na TV por motivos de não tinha tv em casa. Depois de crescida é que eu comecei a acompanhar as animações mas, claro, sem o entusiasmo e inocência própios da infância. Mas nem por isso deixei de apreciar uns bons filmes infantis, a maioria produzidos na minha fase adulta mesmo. Ei-los.

O espanta tubarões (Dreamworks, 2004): esse filme eu assisti vezes sem fim. Minha sobrinha Daniella ficava lá em casa pra minha irmã trabalhar e todos os dias ela pedia pra ver o Oscar. Ela tinha 2 aninhos, uma coisa maravilhosa de tão linda. O filme é cheio de referências pop e do cinema. Além de divertidíssimo, a carga emocional que ele tem pra mim o faz ser o favorito entre os favoritos.

Up – altas aventuras (Disney Pixar, 2009): acho que esse é um filme muito querido por todos. Tem um roteiro bacaninha e personagens muito carismáticos. Soma-se a isso uma história de amor e cumplicidade muito tocantes.

Monstros SA (Disney Pixar, 2001): este filme está na lista simplesmente porque eu me lembro de ter dado muitas risadas com ele.

Valente (Disney Pixar, 2012): eu não sou muito fã da Disney, os filmes dela que apareceram nesta lista foi devido ao fato de que sua produtora, no caso a Pixar, foi adquirida pela Walt Disney Company. Mas Valente é um filme diferente, a Merida é determinada e não aceita muito bem aquela coisa de princesa mocinha, submissa e que tem que viver em função de se casar com o príncipe encantado. Ela queria competir, se aventurar e não apenas assistir e aplaudir um desconhecido qualquer. Girl power total.

Procurando Nemo (Disney Pixar, 2003): eu sou a Dory, gente. Praticamente. Ô memória danada pra falhar nas horas menos convenientes. Outro filme divertidíssimo que sempre me vem à mente quando me pergutam qual filme eu mais gostei de ver.

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Uns fatos aleatórios sobre mim…

mãos

Sempre carrego um livro ou o Kobo na bolsa. É ótimo quando surge uma brechinha no tempo, entre uma atividade externa ou outra e dá pra adiantar a leitura do livro da vez.

Comunico-me com as mãos, tem gente que não gosta, diz que dá nervoso. Eu até tento me controlar mas só piora. 😄

Falo sabão em pó líquido. Invariavelmente. É como se sabão em pó fosse uma categoria de produto e não a forma de apresentação dele. Uma loucura, sofro bulliyng por isso.

E sempre, sempre e sempre sirvo o feijão antes do arroz no meu prato.

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