Não se aproxime!

Poucas coisas me deixam de mau humor, assim, mau humor de verdade, daqueles que produzem o olhar no melhor estilo supernatural de ser.

Em primeiríssimo lugar, a fome. Acredito que não haja ser nesse mundo que fique mais mau humorado e rabugento do que eu quando estou com fome. Nem eu me aguento. Viro bicho.

Ter que fazer o trabalho dos outros também me tira do sério. E olha que sou extremamente calma e controlada no serviço. Mas sabe aquela pessoa que não faz o dela, te empurra tarefas e e pra piorar ainda te atrapalha? Uh!

Há também os fatores físicos. Dor é um negócio difícil de lidar e, dependendo de sua etiologia, intensidade e localização, ela produz reações diferentes. Mas em todos os casos eu simplesmente não falo. Não gosto que cheguem perto de mim, que conversem, que respirem perto. E justamente nessas horas que todo mundo resolve puxar assunto, se aproximar… Por quêeeeeeeeee?

Esses três fatores desencadeantes do mau humor elevam ao máximo o meu nível de insuportabilidade. Aquela maniazinha que a outra pessoa tem e que não te incomoda, vira um defeito impossível de ser tolerado.

Em todos os casos, a solução se apresenta de maneira rápida de fácil. Comer, tomar um analgésico ou dar uns berros com o coleguinha se mostram bastante eficazes no combate ao meu mau humor.

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Ps: ficar sem meus óculos também me deixa bastante irritada. Não é nada agradável não enxergar as pessoas, placas, letreiros, o mundo…

Ps²: ficar sem dinheiro. Nem precisa explicar, né? Ainda mais com o atual cenário político e econômico do nosso país.

E você, amiguinho, o que te deixa com nível hard de mau humor?

Meus sites mais acessados

O tema de hoje do desafio não me empolgou tanto. Eu não tenho um site preferido. Tenho alguns que acesso com mais frequência e que estão arrolados na página Blogs que sigo.

Em todo caso, os sites que mais acompanho mesmo são das redes sociais, principalmente o Twitter. Passo bastante tempo nele.

O Facebook também costumo acessar com frequência mas bem menos do que há uns meses atrás. Quase não posto nada lá. O uso maior é para divulgação do blog.

Instagram e Pinterest são os queridinhos. Apesar da mudança de algoritmo no Insta, ainda gosto de rolar o feed e encontrar as fotos bacanas que o pessoal compartilha. E o Pinterest tem sido minha fonte de inspiração diária.

Fora as páginas das redes sociais, eu acesso também o site da Amazon e Submarino caçando tranqueirinhas.

Para acompanhar meus perfis sociais, é só clicar: Twitter | Facebook | Instagram

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Vergonhas nossas de cada dia

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Que atire a primeira pedra quem nunca passou um vexame daqueles que fazem a gente desejar que um buraco de minhoca se abra sob nossos pés e nos engula.

Sobre esses momentos que conversaremos hoje.

Poucas coisas me deixam tão constrangida quanto usar o banheiro e logo depois de mim alguém entrar. É esquisito demais. Parece que a pessoa vai procurar rastros meus pelo recinto ao invés de usá-lo propriamente. Se é que me entendem…

Outra situação que me deixa com cara de cachorro usando o cone da vergonha é ouvir fofocas e boatos sobre alguém que eu conheço. Sabe quando você é a terceira pessoa num lugar e as duas primeiras conversam entre si falando mal de um conhecido seu? Então, eu fico sem-graça ao extremo nessas ocasiões.

Também fico pra morrer de vergonha (mais raiva do que vergonha) quando algum acompanhante meu destrata outra pessoa na minha frente. Sabe aquele ser que pra se mostrar faz grosseria com o garçom, com o atendente da loja, com um vendedor? Dependendo de quem seja eu repreendo na hora. Antes eu tolerava, agora não mais. E a possibilidade da amizade acabar ali é bem grande.

Quer ver outra coisa que racha minha cara? É sair com roupa pelo avesso. Sou mestra em sair assim e só perceber depois de já estar de volta em casa. Aí fica aquela vergonha tardia, sabem como é?

E por último, mas não menos constrangedor, aquele momento em que o cartão de crédito NÃO PASSA!!!!

Plus: a foto que ilustra este post.

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Uma blogueira atrasada: projeto #mulheresdemarço

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A blogueira fail aqui esqueceu de avisar do projeto #mulheresdemarço que adotei nas minhas redes sociais para ler e divulgar apenas livros escritos por mulheres durante o mês de março. Inspirado no Leia Mulheres e no Dia Internacional da Mulher comemorado no dia 8.

Acontece que me empolguei e estendi o #mulheresdemarço ao universo dos filmes e da música, que de projeto especial virou desafio, haja vista meu perfil no Spotify que quase não tem artistas mulheres, menos ainda contemporâneas e o único filme que assisti e tenho consciência de que foi dirigido por uma mulher é o Bicho de sete  cabeças.

A Cláudia do blog A mulher que ama livros está tocando o #vejamaismulheres e é lógico que pegarei indicações de filmes com ela.

Se vocês tiverem alguma dica, só deixar nos comentários. Serão muito bem-vindas.

Mesmo atrasada na divulgação do projeto, ainda dá tempo de você aderir e acompanhar, caso deseje. 🙂

Para me acompanhar nas redes sociais é só clicar:

Twitter: @PinkPaulaS |Instagram: @isapaulas |Snapchat: PinkPaulaS

Coisas que nunca fiz e nem pretendo fazer

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Antes de mais nada, não se sinta ofendido caso você goste, já tenha feito ou pretenda fazer algo descrito abaixo. Cada um com seus problemas. Apenas listei o que não quero pra minha vida.

Sabe como é internet, né? Prossigamos.

Ficar embriagada. Tem coisa mais ridícula que isso? Difícil achar. E olha que tem gente que acha bacana e divertido se entupir de álcool até cair. Acho repulsivo. Experimentei cerveja e vinho uma vez pra nunca mais. Achei bem ruim. Portanto, nada de embriaguez por aqui.

Experimentar algum tipo de droga ilícita: esse é o tipo de coisa que a gente não precisa experimentar pra saber que é ruim, não é mesmo? Eu tenho pavor do estrago que o vício traz pra dentro das famílias. Tanto vício das drogas quanto do álcool. Sem mencionar o fator saúde/integridade física. Como diziam os dedinhos da Eliana, se usar drogas é bom por que você não pode contar pro seu pai e nem pra sua mãe?

Pular carnaval: aqui tem um pouquinho de história. Nasci e fui criada em família evangélica. Meus pais não deixavam de maneira alguma eu sair para ver o bloco de carnaval com meus irmãos. Fantasiar-me? Nem em pensamento. No máximo, olhar os bate-bolas, ou clóvis, como chamamos aqui no Rio. Daí eu cresci, me emancipei, mudei de casa e não consigo de jeito nenhum sair de casa pra qualquer tipo de atividade carnavalesca. Podem falar o que quiser, podem me chamar de careta, podem chamar meus pais de opressores… O fato é que não irei e pronto.

Saltar de paraquedas. Um alívio cômico pra essa lista que estava bem pesada. Parece muito divertido, uma aventura e tanto, mas não, obrigada.

Acampar. A menos que tenha energia elétrica, agua encanada, sanitários…

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Imagem: Pexels

Coisas que me fazem feliz

img_7374Correndo o risco de parecer injusta com as tantas outras coisas que me fazem feliz, eis meu  top 5.

Colocá-las no “papel” e divulgar pro mundo é um pouco assustador pois podemos parecer arrogantes e materialistas ou que estamos forçando a barra pra parecer humilde e desapegado.

CHEGAR EM CASA DEPOIS DE UM DIA INTEIRO DE TRABALHO. E por dia inteiro, entenda-se 24 horas, literalmente. Vocês não tem noção do alívio que é colocar os pés em casa, arriar a bolsa pesada e sair largando uma peça de roupa por cada cômodo. É libertador. Depois de dormir muitas horas, bater um papo com o marido e checar todas as redes sócias, a gente levante e põe as coisas no lugar.

UM PRESENTE INESPERADO. Noooossa, que materialista. Não se trata do objeto em si e sim da lembrança, do que você representa pra pessoa que te presenteou, sobre o quanto ela te conhece. É muito bacana quando alguém chega e fala “Olha, vi isso em tal lugar e lembrei-me de você. Achei tua cara.” Automaticamente aquele objeto se torna valiosíssimo. Por menos e mais simbólico que pareça.

VISITA DA FAMÍLIA. Eu moro na mesma cidade que meus pais e meus familiares, mas em áreas programáticas distintas e distantes. Quase uma hora de carro. Mas eu não tenho carro e de esse tempo aumenta consideravelmente quando feito de transporte público. Então quando a galera aparece aqui em casa é só festa.

PERDER PESO: nem precisa explicar, não é?

COMPRAR LIVROS NOVOS. Sinto-me a poderosa, leitora assídua, viciada, a maioral. Comprar livros é maravilhoso. Enquanto desenvolvia este post, montava listinha de desejados na Amazon.

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Imagem: Pexels