Coisas que nunca fiz e nem pretendo fazer

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Antes de mais nada, não se sinta ofendido caso você goste, já tenha feito ou pretenda fazer algo descrito abaixo. Cada um com seus problemas. Apenas listei o que não quero pra minha vida.

Sabe como é internet, né? Prossigamos.

Ficar embriagada. Tem coisa mais ridícula que isso? Difícil achar. E olha que tem gente que acha bacana e divertido se entupir de álcool até cair. Acho repulsivo. Experimentei cerveja e vinho uma vez pra nunca mais. Achei bem ruim. Portanto, nada de embriaguez por aqui.

Experimentar algum tipo de droga ilícita: esse é o tipo de coisa que a gente não precisa experimentar pra saber que é ruim, não é mesmo? Eu tenho pavor do estrago que o vício traz pra dentro das famílias. Tanto vício das drogas quanto do álcool. Sem mencionar o fator saúde/integridade física. Como diziam os dedinhos da Eliana, se usar drogas é bom por que você não pode contar pro seu pai e nem pra sua mãe?

Pular carnaval: aqui tem um pouquinho de história. Nasci e fui criada em família evangélica. Meus pais não deixavam de maneira alguma eu sair para ver o bloco de carnaval com meus irmãos. Fantasiar-me? Nem em pensamento. No máximo, olhar os bate-bolas, ou clóvis, como chamamos aqui no Rio. Daí eu cresci, me emancipei, mudei de casa e não consigo de jeito nenhum sair de casa pra qualquer tipo de atividade carnavalesca. Podem falar o que quiser, podem me chamar de careta, podem chamar meus pais de opressores… O fato é que não irei e pronto.

Saltar de paraquedas. Um alívio cômico pra essa lista que estava bem pesada. Parece muito divertido, uma aventura e tanto, mas não, obrigada.

Acampar. A menos que tenha energia elétrica, agua encanada, sanitários…

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Imagem: Pexels