Minha Restrospectiva 2015

IMG_6906

Falta pouco menos de um mês para acabar ano. E nessa época a gente sempre faz um retrospecto da nossa vida, dos acontecimentos no Brasil e no mundo. E não é pouca coisa que acontece, não.

São vários eventos, festivais, shows, passeios…. Enfim, memórias que nos seguirão pela eternidade. Diante disso, vim aqui fazer uma lista com as coisas mais bacanas que aconteceram comigo durante o ano de 2015.

Pra ajudar na cronologia, publicações nas redes sociais e o Google Fotos.

JANEIRO

Ganhei mais uma sobrinha-neta: Isabela, filha da minha sobrinha Fernanda. Belinha nasceu com a cara de joelho mais linda que já vi na vida.

MARÇO

Fui ao show da banda preferida do meu marido, durante a adolescência. Tem post do Sonata Arctica aqui no blog. Por um acaso, eles se tornaram a minha banda mais ouvida de 2015.

ABRIL

Eu fiz 30 anos! Uau! Teve comemoração aqui em casa. Bem simples, só família e amigos próximos. O que já foi suficiente pra encher minha sala. Foi um dia muito alegre. Havia tempo que não me sentia tão feliz na data do meu aniversario.

JUNHO

O evento mais esperado do ano: o show dos Backstreet Boys em Belo Horizonte. Mais nostálgico impossível. Fui acompanhada de uma amiga da escola e do marido.  Esse show ainda virará post aqui no blog. Faz tempo que estou prometendo isso, né?

AGOSTO

Nasceu meu sobrinho Isaque. A criança já tem 4 meses e eu ainda não o conheci. #shameonme

Em agosto eu reencontrei algumas amigas da época de escola. Nos falávamos pelo Facebook mas não nos víamos há muitos anos. A ocasião: casamento da Daniele, a amiga que me acompanhou ao show dos BSB.

OUTUBRO

Dois casamentos de pessoas muito queridas. A amiga Cyntia casou com o Harlem e mais uma vez me reuni com as amigas da escola.

E minha sobrinha Marcelle se casou. Fomos padrinhos e a saga atrás do vestido ideal foi épica. Nada fácil conseguir um vestido de madrinha bacana, quando se está muito acima do peso.

NOVEMBRO

Mia Couto, um dos autores africanos mais queridos daqui de casa, veio ao Brasil lançar seu livro novo. Rolou autógrafo no meu livro favorito e foto com o autor. Que dia feliz!

A Dudinha fez 1 aninho e nosso grupo de amigas estava lá prestigiando a neném e os papais queridos.

Dezembro de 2015 é um mês especial. Muitas coisas aconteceram e ainda acontecerão pela primeira vez. Entre elas, tirar férias junto com o marido. E claro, compartilharei por aqui com vocês, mas em posts especiais dedicados exclusivamente a esses momentos.

Até breve.

ligabc

Anúncios

Lembranças da minha infância

infânciaHoje, 12 de Outubro, comemoramos o Dia das Crianças. Pra não deixar a data passar em branco, resolvi compartilhar as lembranças da minha infância. De maneira não linear, por motivos de: a memória não é linear.

As lembranças mais remotas

Na sala do nossa primeira casa, mãe assistindo TV e eu apenas sentada ao lado dela, observando-a. Na verdade, essa casa foi a segunda, mas eu não lembro da primeira.

Lembro, remotamente, da minha festa de aniversário de 4 anos. Tinha uns bichinhos colados no lençol que minha mãe e minhas irmãs usaram como painel pra mesa do bolo.

Eu tinha um preazinho, pequenino toda vida, de pelo muito branquinho. Ele morava dentro de um caixote de feira. Num certo dia, acordei e o preá estava morto. Meu pai prometeu me dar outro. Estou esperando até hoje.

Minha mãe

Sempre tive um vínculo muito grande com minha mãe. Eu não lembro de nenhum momento da minha vida em que minha ela não tivesse uma participação significativa. Uma vez ela viajou com um grupo da igreja, pra participar de um congresso de mulheres. Eu fiquei com meu pai. Tive altas febres que só passaram quando minha mãe retornou.

Eu era a companheira de andanças dela. Pra todo lado que a velhinha ia, lá estava eu agarrada na barra de seu vestido.

Período escolar

Eu fiz o CA num dos colégios mais bacanas da região. Não queria ter saído de lá. Mas minha mãe trabalhava numa escola municipal e provavelmente foi mais conveniente eu estudar no mesmo local onde mãe trabalhava.

Era nesse colégio que minhas sobrinhas estudavam. Minha sobrinhaFernanda foi da mesma turma que eu até a quarta-série do primário. Equivalente ao 5º ano do ensino fundamental hoje.

Elas eram minhas únicas amigas da escola. Só depois que cada uma foi pra um colégio fazer o ginásio (hoje, o 6º ano) que tive uma amiga de turma. A Kétilen, amiga até hoje. Mora aqui pertinho de mim.

Minha mãe era merendeira e só comíamos quando tínhamos certeza que ela havia preparado a comida.

Convivência familiar

Eu tenho um monte de irmãos, mas todos muito mais velhos. A mais nova tem 14 anos a mais que eu. E na minha casa morávamos apenas eu, mãe e pai. Isso gerou um afastamento entre eu e meus irmãos e uma falta de identificação muito grande com eles. Hoje, a diferença de idade nem parece tanta. São meu socorro.

Eu sempre estava junto com meus sobrinhos. Nossas idades eram muito próximas. Vivíamos brigando mas 5 minutos depois, já estávamos de bem de novo. Hoje, a gente continua brigando à toa, mas agora é pelo grupo do WhatsApp que a gente bate boca. Atualidades.

Eu e minhas sobrinhas brincávamos de escolinha, até cobrávamos mensalidade. Uma loucura. Promovíamos altas festas para nossas bonecas. Com direito a comida de verdade e tudo.

A gente carimbava papéis, recortávamos a imagem e depois saíamos à rua pra vendê-las. Acreditam nisso? Nós tínhamos uma clientela cativa: os pinguços da barraca. Sempre compravam e às vezes devolviam o recorte de papel pra continuarmos vendendo.

Algumas lembranças aleatórias

  • Meu pai jogando minha chupeta no terreno baldio, onde morava um gambá comedor de criancinhas.
  • A briga entre eu e minha amiga Renata, no bequinho voltando da escola. Foi minha madrinha de casamento.
  • Minha sobrinha Marcelle não comia direito e sempre que eu dava comida a ela, era uma loucura. Ela queria beber o suco todo antes de terminar a refeição e eu não deixava. Ela se casará daqui a 12 dias. Serei madrinha.
  • Eu caindo dentro de um valão porque não obedeci minha mãe.
  • Eu, dama de honra do meu irmão Janiel e minha cunhada Nadir.
  • Eu indo buscar a recém-nascida Ana Paula, na maternidade.  Vinte anos depois, era vez de eu buscar a filhinha dela. Muito amor.
  • Eu e minhas sobrinhas simulando um riacho com o tanque de lavar roupa. Bem ao estilo fantástico mundo de Bob.
  • A gente correndo dos bate-bolas durante o Carnaval.
  • O mingau que mãe fazia.
  • Eu ateando fogo no cabelo pra ver o que aconteceria.
  • Minha mãe lavando meu cabelo com sabão de coco e deixando secar naturalmente. Depois ela me levou ao médico, onde eu deveria fazer um eletroencefalograma.
  • Eu sendo penetra nas festas que minhas sobrinhas iam. E vice-versa.
  • Jogando Queimado. Pique-bandeira. Vôlei. Pique-alto, pique-pega, pique-cola.

Quando você pensa em Infância, qual a primeira coisa que te vem à cabeça?

Bom feriado, pessoal.