Está permitido dançar ouvindo música na rua

Resolvi meu problema de espaço e o Spotify e agora não faço outra coisa na vida que não ouvir música. Meu trajeto casa-trabalho-casa está salvo.

Eu me acabo no ônibus, quando estou ouvindo música. Outro dia, voltando pra casa, tinha um tanto de gente com seus fones, curtindo o som, mexendo o ombrinho e uma menina ovelha desgarrada estava tal qual uma estátua. A pessoa não mexia nem a perninha. Fiquei indignada (vejam só vocês meu nível de loucura) Gente, os fones de ouvido estão aí pra isso, pra transformar-nos, pobres mortais, em rockstars.

Eu faço altas coreografias andando na rua, lógico que algumas delas não saem do âmbito do pensamento, se não eu iria diretinho pra Colônia Juliano Moreira, mas poxa… É divertido demonstrar a empolgação com a música ouvida.

O que eu realmente quero com esse post é saber como alguém pode ouvir música e não se teletransportar imediatamente pra um palco e se apresentar num show, tipo, Rock in Rio?

Ajudem-me a entender. Afinal, está permitido dançar ouvindo música na rua.

Se você não curte, ok, mas me explica. 🙂

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A conta premium do Spotify e as pequenas decepções da vida

Spotify logo

Há um tempo que eu vinha pensando em assinar a conta premium do Spotify. É um serviço que eu uso frequentemente e eu considero o preço bem justo. Discografias inteiras por um valor simbólico, por assim dizer. Sem falar que procurar músicas, montar playlists e saber o que os amigos andam ouvindo é bem divertido.

A conta premium do Spotify oferece ao usuário a possibilidade de ouvir offline às playlists, pular músicas quantas vezes quiser e também a vantagem de não ter anúncios. Maravilha! Um dos maiores motivos de eu querer passar do free para o premium é poder ouvir em qualquer lugar, mesmo que a conexão com a Internet esteja ruim.  Continuar lendo