Cansei de ser fat, agora sou fit

running

Com licença, com licencinha. Está chegando no pedaço a futura loira do tchan (alerta de idade! alerta de idade).

Depois de pagar academia sem ir há uns bons meses, depois de acordar cedo pra ir malhar e desistir ao perceber o quão maravilhosa estava minha cama, após quase morrer de tristeza ao entrar numa loja para experimentar uma roupa legal que vi na vitrine e saber que ela não existe num tamanho que me caiba, eis que finalmente eu e meu marido retornamos à academia.

Ele chegou do trabalho pela manhã animado para ir à academia, mas eu estava muito sonolenta (lembrar de desligar o wi fi antes de ir dormir) e não fui. Ele também acabou não indo e se preparou para descansar. Passei o dia ocupada com as coisas de casa e pedindo à Deus que me desse forças para vencer a preguiça (parceira de vida) e me animar para ir pra academia quando o marido acordasse.

Ele acordou e decidimos ir. Tomei uma chuveirada pra dar um levante no corpo e fomos. Encontramos a academia relativamente vazia para o horário. Eram 17:20.

Pra não ficar entendiada em cima da esteira, durante os 30 minutos que a gerência da academia permite que usemos uma mesma máquina, levei meu Kobo e fui avançando na leitura de Felicidade Conjugal do Tolstói. Nem vi o tempo passar, queria continuar ali e terminar meu livro.

Depois que saí da esteira fui para aquele instrumento do mal chamado Transport Elíptico. Cristo amado! Que trem doido! Nesse momento não consegui ler pois precisava usar as mãos pra me equilibrar em cima daquilo. Foram 10 minutos de tensão.

transport

Sobre a academia: não gosto muito dela, acho meio “fast food“, sabe? Mas é o que meu dinheiro pode pagar no momento e tem uma cadeira de massagem incrível que ajuda a desacelerar e relaxar após os exercícios.

Estamos muito felizes e ansiosos pelo amanhecer.