O homem do castelo alto

Amo  toda a literatura que tira nosso chão, que desfaz o tecido da realidade e deixa quem a lê com cara de “ué? o que tá acontecendo aqui?”. E o Phillip K. Dick faz isso tão brilhante e sutilmente em suas obras que, às vezes, nós nem percebemos que entramos numa seara irreal e insólita. O autor inverte a ordem vigente e propõe que o leitor embarque em sua jornada rumo à descoberta de alguma verdade, de algum sentido para a vida. E no meio disso, uma crítica aos vícios e costumes da humanidade.

Em O homem do castelo alto, PKD extrapola a superficialidade do “american way of life” e a transfere para os japoneses. Todos os comentários racistas e preconceituosos são direcionados aos brancos americanos, considerados inferiores. Há uma reflexão sobre arte e a perda da aura quando ela passa a ser produzida em massa com propósitos lucrativos, apenas. Automaticamente, ela perde valor e autenticidade e se torna mais um
objeto precificado, sem relevância.

A vida é curta, pensou. A arte, ou algo que não a vida, é longa, estendendo-se ao infinito (…)

Além disso, todas as ações da política americana são agora executadas pelos japoneses e alemães nazistas, o Eixo vencedor da guerra. A partir daí podemos perguntar: tudo que os Aliados fizeram e fazem é válido só por que se trata do lado “vencedor”? Sem entrar no mérito do Holocausto, pois não há como questionar o horror desse fato. Mas e a escravização dos negros e outros povos de etnia não-branca? A escravização não surge de um pensamento de superioridade? Da ideia de que o outro é inferior?

– Escutem – disse Juliana -, é… fácil conseguir um bom emprego lá?

O mais moço respondeu: – Claro. Se você tiver a cor de pele certa.

Nem morta eu vou responder a essas perguntas. Deixo pra você, amigo leitor, o desafio de refletir sobre essas questões e perceber como a realidade se molda de acordo com quem conta a história.

E, se você gosta de desgraçamento mental literário, leia Phillip K. Dick.

TBR de julho: MLI2016

maratona literária

Há três meses não falamos sobre livro neste blog. Vergonhoso, já que estar sempre com um livro na mão é uma característica que me define bem. Porém, um blog pessoal é assim, orgânico, vai acompanhando a vida da gente. E desde os acontecimentos de abril que não consigo me conectar com uma leitura a ponto de falar sobre ela.

Meu ritmo anda bem lento, lendo de 10 a 20 páginas por dia, às vezes nem isso. Mas julho está batendo à porta, pedindo licença e julho é mês de maratona literária de inverno (MLI).

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Eu participei da MLI do ano passado é foi muito proveitosa, li todos os livros propostos e deu uma satisfação danada.

Pra quem não conhece a MLI, algumas informações sobre ela:

– foi criada pelo Victor Almeida, do canal Geek Freak

– o objetivo da MLI é nos fazer ler mais do que leríamos normalmente durante um mês, como tenho lido apenas um livro/mês, pretendo ler um por semana.

– terá duração de 4 semanas, começando em 3 de julho de terminando em 31 de julho

– cada semana um tema pra gente ler

– há interações bem divertidas entre os participantes (inclusive sorteios de brindes) e esse ano ela ocorrerá apenas pelo Twitter (melhor rede social). Sigam o Victor por lá @victoralmeidap

Assistam ao vídeo do Victor para mais informações.

Os temas semanais para a #MLI2016

1ª semana: livros encalhados na estante: escolhi Sobre a brevidade da vida, do Sêneca.

2ª semana: livros hypados, que apareceu na maioria dos canais literários: Tá todo mundo mal, da Jout Jout. Não vi muitos vídeos sobre esse livro mas a Jout Jout é hypada.

3ª semana: livros que se passam em outro mundo, num cenário que não seja o nosso mundo real: Mestre Gil de Ham, do Tolkien.

4ª semana: livros com temática que representem outras culturas, etnias (diversidade): Persépolis, de Marjane Satrapi.

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Eu escolhi livros curtos para essa maratona pra não correr o risco de falhar, já que ando meio empacada com as leituras, como disse anteriormente. Tudo bem que Persépolis é bem grande, mas é mais fácil de ler.

Para acompanhar o andamento das minhas leituras durante a #MLI2016, me acompanhem nas redes sociais e procurem também pela hashtag #isanaMLI2016

Twitter: @PinkPaulaS | Instagram: @isapaulas | Snapchat: PinkPaulaS

 

#3filmes: família, assassinato, música

Continuando a maratona de filme de inverno, trouxe mais três indicações dentro das categorias um filme que comece com a letra “A”, um filme clássico e um musical.

Álbum-de-Família-2Álbum de família, John Wells (2014)

Três irmãs se reúnem na casa dos pais, após o desaparecimento do patriarca. O relacionamento entre mãe e filhas nunca foi muito saudável mas piorou com o vício em analgésicos da mãe, interpretada bri-lhan-te-men-te por Meryl Streep. Muita discussão, lavagem de roupa suja, nenhuma das filhas desejando cuidar da mãe doente e viciada, opiniões há muito entaladas na garganta esperando apenas um gatilho pra sair. Alguns segredos revelados. E Benedict Cumberbatch que aparece do nada. Alguns sites especializados classificaram o filme como comédia. Mas pra mim não teve nada de cômico. Fiquei aqui pensando se na minha família temos segredos assim… Dei três estrelas e meia porque achei o final um banho de água fria.

janela indiscretaJanela indiscreta, Alfred Hitchcock (1954)

Escolhi Hitchcock para representar a categoria de filme clássico e não me arrependi. Primeiro filme do diretor que assisti e gostei bastante. O filme é um suspense baseado num conto de Cornell Woolrich. Um fotógrafo quebra a perna e precisa fazer repouso em casa. Como distração ele passa a observar o cotidiano alheio através da janela do seu apartamento. Até que ele nota uma mudança de comportamento nuns dos apartamentos observados e desconfia que um assassinato foi cometido. O mais interessante desse filme é que o espectador sabe tanto quanto o protagonista, ou seja, nada. São muitas suspeitas e até agora eu não sei se houve mesmo um assassinato ou não. Quatro estrelas sem dúvida.

BurlesqueBurlesque, Steve Antin (2010)

Esse filme foi um pouco decepcionante pra mim. Eu já não sou chegada em musicais (não tenho paciência, os miseráveis foi um martírio pra mim) e ainda peguei pra assistir um com o roteiro mais clichê da história do cinema. A Cher poderia ter voltado para à sétima arte num filme melhorzinho, né não? A peruca que a Aguilera usou me irritou bastante, não via a hora daquilo pular fora da cabeça dela. Agonia define. Avaliei com 3 estrelas só porque Cher e Christina são ótimas cantoras e ouvi-las não é sacrifício nenhum.

 

Esses são os três filmes de hoje. Já assistiram algum desses? Tem um musical bacana pra me indicar? Escreva nos comentários. 🙂

Para saber mais sobre a maratona  e ler sobre os outros filmes do projeto já comentados, clique aqui.

Todos os filmes está disponíveis na Netflix.

Tag: Doctor Who

Finalmente, depois de quase um ano de blog, um post sobre Doctor Who.

Tudo bem que é em forma de tag mas já é um começo. Não ter um post exclusivo sobre a série aqui no Fluxo Constante é uma falha gravíssima no meu caráter.

Corrijamos.

A tag foi criada pela Taís Amaral e proposta lá no grupo Blogueiros Geeks.

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Funko Tenth Doctor
  • Qual o seu Doctor favorito?

Não é uma pergunta fácil de responder. Cada encarnação do Doctor tem uma peculiaridade e amamos todos igualmente. Mas já que temos que escolher um, eu fico com o décimo Doutor, interpretado pelo maravilhoso David Tennant. Sofri horrores com a saída dele, peguei birra com o décimo primeiro mas depois passou.

  • Qual a acompanhante (ou companion) favorita?

Essa é fácil. Donna Noble, interpretada por Catherine Tate, teve sua primeira aparição no último episódio da segunda temporada em 2006 e no especial de Natal The Runaway Bride. Donna é engraçada, desastrada e desesperada para dar certo na vida e encontrar um marido. mas ela não é apenas isso. Ela é também sensível, justa e sempre trazia o Doctor de volta pra realidade quando ele se excedia ou deixava a sensibilidade e “humanidade” lado. E a melhor parte, ela não tinha um crush por ele. Vamos combinar que drama romântico é um porre.

  • Episódio(s) memorável (eis)

Meus episódios favoritos da série são os que tem menos carga dramática e muuuuuuuita ficção científica. Não entendo nada de física quântica mas aceito as teorias de bom grado. O episódio que mais me deixou louquinha e é sempre o que recomendo para os iniciantes em Doctor Who é Blink. É o décimo episódio da terceira temporada, baseado num conto do Steven Moffat. Nele conhecemos um novo e cruel vilão. Nunca mais olhei para uma estátua com os mesmos bons olhos…

  • Um episódio que te fez chorar

Vincent and the Doctor. Décimo episódio da quinta temporada. O episódio anterior já havia sido bem emocionante, estava abalada e nada preparada para o que assisti nesse episódio.O Doctor e sua companion viajam para o passado e encontram um atordoado e fracassado pintor em Provence. A cidade sofre uma ameaça invisível e apenas Van Gogh é capaz de vê-lo. Inspirada no fato de que Vincent Van Gogh nunca conheceu o sucesso do seu trabalho, a cena final do episódio é de derreter geleiras inteiras.

  • Os 3 melhores monstros que já apareceram na série

Os Daleks, irritantemente resistentes e estão sempre dando saltos temporais e tramando uma nova forma de derrotar o Doctor e dominar o universo.

Tem os Weeping Angels que se alimenta da energia residual dos viajantes no tempo, portanto eles mandam suas vítimas para um outro tempo, geralmente o passado, o que produz a energia que eles precisam para se alimentar.

E os Cybermen, umas máquinas malditas que insistem em transformar humanos em robôs a fim de eliminar as emoções. Pensa num troço que deve doer…

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O décimo doutor e um cyberman
  • Um momento que achou que o Doctor não escaparia MESMO.

No episódio The Satan Pit eu achei meeeeesmo que nosso alienígena favorito não escaparia do abismo onde ele caiu e que era, nada mais nada menos, que a prisão do cramunhão chefe. Esse é o nono episódio da segunda temporada.

  • Qual episódio especial de Natal que você mais gostou?

The end of Time. Outro episódio que deixou o pessoal aqui em casa bem abalado emocionalmente. Tem duas partes, a primeira foi ao ar em 25 de dezembro de 2009 e a segunda, em 1 de janeiro de 2010. Esse especial de Natal marca a saída de David Tennant e de Russel T. Davies (RTD), o showrunner. Além de nele aparecerem pela primeira vez, outros gallifreyanos , considerados extintos até então. Até hoje choro pela saída dos dois. Sim, eu sou uma das viúvas do RTD.

  • Caso tivesse que escolher, você seria um Dalek ou Cybermen.

Gente, lógico que seria um dalek. Apesar da aparência, são os mais próximos dos humanos. Eles repudiam as emoções, assim como os cybermen, mas são cheios de ódio, raiva e desejo de vingança. Eles não percebem mas esses sentimentos são a justificativa que usam para destruir o universo e reinarem absolutos. Tem coisa mais humana que isso?

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um dalek
  • Qual te dá mais medo: Weeping angels ou Silence (cite outro se quiser)?

Weeping Angels. Aliás, o que é o Silence? piada interna

  • Para que lugar iria com a Tardis?

Qualquer lugar. Imagine visitar o mundo inteiro sem pagar passagem? Ok, sério agora, talvez eu iria pro momento em que nossa civilização surgiu.

  • Uma frase favorita

Together or not a t all. ❤

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  • Qual seu outfit de Doctor

Difícil essa. Eu gosto da jaqueta de couro do Ninth, do terno risca de giz e all star do Tenth, da gravata borboleta do Eleven e da capa de vampiro do Twelfth.

  • Já assistiu a algum spin off de Doctor Who? Se sim, o que achou?

Amigo, eu sou a louca de Torchwood, inclusive trabalhei lá comprando pizza e servindo cafezinho.

And the big question: O que é Doctor Who pra você?

Responderei a essa pergunta em  outro post. Aguardem.

Se você chegou até aqui, deixe um comentário pra mim e caso se interessem, assistam aos episódios que citei aqui, principalmente Blink.

A tag está aberta para quem quiser responder.

#3filmes – alquimia, gentileza e premonição

Há dois posts atrás apresentei a maratona de filmes de inverno e hoje trago a primeira atualização sobre as quatro primeiras obras que assisti.

Como água para chocolate, de Alfonso Arau (1992)

como água para chocolate filme

O primeiro filme da lista e o primeiro que assisti, esse filme mexicano venceu o festival de Gramado (1993) nas categorias melhor atriz e melhor atriz coadjuvante. Ele conta a história de Tita, filha caçula de uma família muito rígida e que levava a sério as tradições familiares, entre elas, a que dizia que a filha mais nova nunca se casaria pois sua função era cuidar da mãe até que ela morresse. Só que Tita se apaixona e por conta da tradição vê o seu grande amor se casando com sua irmã mais velha. E todo mundo vai morar na mesma casa. Tita é a cozinheira da família e sempre que cozinha usa seus sentimentos como ingrediente especial, deixando os comensais enfeitiçados.

O filme é uma graça, tem muito do realismo mágico tipicamente latino americano, o que deixa tudo mais interessante. Os conflitos são resolvidos facilmente.  Tem todas as limitações que uma produção de um filme num país com pouca tradição no cinema poderia ter. Aliás, o filme é uma adaptação de um livro homônimo escrito por Laura Esquivel.

Avaliei com 3 estrelas. Recomendo para as românticas inveteradas

O fabuloso destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet (2001)

amelie poulain filme

Preciso começar este parágrafo dizendo que eu tinha birra com esse filme. Sempre que topava com ele, torcia o nariz. Por quê? Porque ele é filme de hipster e por isso peguei bronca dele. É um motivo justificável? Não. Mas compreensível, vai…

Enfim, como eu montei a lista para a maratona baseada no que tem disponível na Netflix, não tive como fugir dele. Quando dei o play até o marido sentou pra assistir ( DE NOVO) comigo. Seria o Michel um hipster? Fica aqui o questionamento. Só sei que eu adorei o filme, achei de uma fofura sem tamanho. Amélie é adorável, não é 100% perfeita mas é inspiradora e transmite aquele bem-estar no fundinho do coração, sabe? Romance cinco estrelas.

Minority Report, de Steven Spielberg (2002)

minority report filme

Minority report estava na minha lista da Netflix desde que assinei o serviço em 2014. Mas nada de eu assisti-lo. Lembro que fiquei com vontade de assisti-lo à época do lançamento mas acabei por perder o interesse diante de críticas tão negativas que ele recebeu e foi para o limbo. Quando soube que ele é baseado num conto de ficção científica de Phillip K Dick o interesse voltou mas ele continuou paradinho ali, aguardando seu momento.

Três jovens conhecidos como precogs são capazes de prever o dia e a hora onde assassinatos ocorrerão. John Anderton é líder da equipe que recebe essas informações e mobiliza um grupamento tático pra evitar que esses assassinatos aconteçam. Todo um dilema ético envolvido já que pessoas são presas por crimes que não cometeram e os precogs, de certa maneira, também estão aprisionados. Vai tudo muito bem até que Anderton vira alvo da sua própria equipe e precisa fugir pra provar sua inocência.

Dei três estrelas. Gostei do filme mas não foi nada óoooo, que filme maravilhoso.

Três filmes absurdamente diferentes, pra todos os gostos.

Por hora, é isso. Pretendia falar sobre quatro filmes hoje, mas esse post já está gigantesco.

Saiba mais sobre a maratona de filmes de inverno clicando aqui.

Maratona de filmes de inverno 2016

Oi, voltei depressinha, né? É que resolvi participar da maratona de filmes de invernos que a Thaísa propôs lá no grupo de Blogueiros Geeks. É rápido, prático e indolor. Bora lá.

(Copiei as regrinhas que a Thaísa estabeleceu)

COMO VAI FUNCIONAR:
1 – A maratona vai durar UM MÊS começando no dia 05/06 e terminando no dia 06/07. Para participar você deve fazer um post (no blog ou na página do Facebook) com a sua lista de filmes escolhidos para cada tema da maratona, serão 11 temas.

2 – Qualquer um pode participar, basta apenas fazer sua lista com filmes que se encaixem dentro de cada tema. PRECISAM ser títulos que você nunca viu antes.

3 – Ao assistir o filme, faça um post falando sobre ele. Pode ser um post por semana ou um para cada filme assistido. Comente sua experiência, se gostou ou não, dê uma nota ao filme, ficha técnica e tudo mais.

4 – Não é permitido repetir o mesmo filme em mais de um tema. Afinal são poucos temas e um mês inteiro pra assistir.

Seguem os temas na imagem:

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Eu escolhi os seguintes filmes, alguns foram bem difíceis de achar. Todos eles estão disponíveis na Netflix.

  1. Como água para chocolate, de Alfonso Arau (1992).
  2. O fabuloso destino de Amélie Poulain, de Jean-Pierre Jeunet (2001)
  3. Janela indiscreta, de Alfred Hitchcock (1954)
  4. Álbum de família, de John Wells (2014)
  5. It’s not over, de Andrew Jenks (2014)
  6. Minority Report, de Steven Spielberg (2002)
  7. Tomboy, de Céline Sciamma (2011)
  8. Azul é a cor mais quente, de Abdellatif Kechiche (2013)
  9. Burlesque, de Steve Antin (2010)
  10. Ratatouile, de Brad Bird (2007)
  11. Sangue negro, de Paul Thomas Anderson (2007)

Como vocês podem perceber, este post está atrasado. Era pra eu ter publicado antes do dia 5, de preferência, mas vida que segue. Já assisti ao primeiro da lista e assistirei mais 2  e farei um post a cada 3 filmes assistidos.

Comentem aqui se já assistiram algum dda minha lista, se tem outras indicações, fiquem à vontade.

 

Cinco séries do coração

Oi, desafio 52 semanas. Tudo bem? Faz tempo que a gente não se fala, né?

Pois é. Há dois posts atrás contei porque o blog ficou desatualizado por quase um mês. Fiquei chateada por ter falhado no desafio, pensei em abandoná-lo mas chega dessa palhaçada de largar as coisas pela metade.

Prossigamos então com o tema para esta semana, a 19ª do desafio: minhas séries favoritas.

Alerta de textão

Quem me conhece um tiquinho sabe que em primeiríssimo lugar está DOCTOR WHO.

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Eu embarquei nesse mundo de séries por volta de 2011, depois de conhecer meu marido. Ele me mandava mensagens do tipo “amor, olha essa série que legal”. Eu baixava e assistia. Foi assim que conheci essa série de mais de 50 anos de existência. O primeiro episódio, claro, foi tipo WHAT A HELL IS GOING ON? Mas depois fiquei MARAVILHOSO ISSO, QUERO MAIS. Os episódios favoritos são muitos, qualquer dia desses falo sobre eles aqui. Infelizmente a Netflix ferrou os esquemas e tirou Doctor Who da grade.

Depois vem GAME OF THRONES. Naturalmente, gosto mais dos livros do que da série de TV. As vezes eu olho pra eles na estante e nem acredito que li aquilo tudo. Apesar de achar a série muito bem feita e adaptada, sempre acho que poderia ser diferente uma coisa ou outra. Principalmente quando não caracterizam as personagens de acordo com o que eu idealizei na minha cabeça.

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Uma série que comecei a assistir após o advento da Netlfix foi SUPERNATURAL. Passei as primeiras semanas dormindo de luz acesa, mas tudo bem. Sobrevivi. Não sei por que a série tem 11 temporadas, a história dos irmãos Winchester deveria ter se encerrado lá na 6ª temporada, mas Jared Padalecki e Jensen Ackles nunca são demais na minha telinha. Sem falar que esse estilo low fantasy, o sobrenatural misturado com o mundo real, me atrai bastante.

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DOWNTON ABBEY é outra série que conheci pós Netflix e me apaixonei de um jeito que nem percebi. Quando me dei conta já tinha assistido as 5 temporadas disponíveis on line. A representação magnífica de uma época me deixou hipnotizada. Ver a vida acontecendo enquanto a História se escrevia, embora seja uma vida fictícia, é, no mínimo, fascinante.

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E pra encerrar esse post enorme, TORCHWOOD, um spin off de Doctor Who, com um orçamento baixo, um elenco razoável, mas tem Jack Harkness de protagonista e Russel T. Davies de showrunner da série. E, não, não superei a saída do RTD para a entrada do Moffat em Doctor Who.

E vocês? Quais são suas séries favoritas? Já assistiu alguma das citadas aqui?

Até breve.

Este post faz parte do Desafio 52 semanas, semana 19. Clique aqui para ler os outros posts publicados para o projeto.